domingo, 25 de junho de 2017

Um pequeno histórico da comunidade LGBTQ+: Stonewall e a Parada LGBTQ+



Em comemoração ao mês do Orgulho LGBTQ+, teremos 7 postagens especiais sobre essa comunidade  e falaremos sobre assuntos que a envolva. Escolhemos fazer essa semana em homenagem a revolta de Stonewall que teve início no dia 28 de junho de 1969, o que foi um marco importante. Começamos no dia 25 pois é quando acontece a parada LGBTQ+ em New York, onde tudo começou.

No dia 28 de junho de 1969, em New York, aconteceu uma batida policial em um bar que era frequentado por pessoas LGBTQ+. Nessa época, pouquíssimos estabelecimentos aceitavam a presença desse público e os que permitiam geralmente eram bares. As batidas policiais eram bem frequentes, mas a comunidade local estava saturada de toda essa violência.

Em uma das batidas um grupo de travestis foi preso, e isso gerou muita indignação nas pessoas presentes e foi aí que teve início a revolução. Elas começaram a investir contra os policiais, que para se defenderem, se trancaram dentro do próprio bar. Os homossexuais, travestis e cia começaram a apedrejar o lugar, atearem fogo e ainda tentaram abrir a porta do estabelecimento à força.

Com toda essa resistência, acabou sendo necessário reforços policiais, mas não foram muito úteis. A comunidade LGBTQ+ continuou lutando e protestando contra a polícia e arremessou tijolos, garrafas, pedras, etc. Depois de toda essa disputa, as coisas aquietaram um pouco.

No dia seguinte, tanto a polícia quanto os protestantes voltaram ao bar. Eles escreveram mensagens nas paredes, pedindo direitos iguais. Não muito tempo depois, o combate entre os frequentadores do bar e os policias começou novamente. Aqueles jogavam pedras, tijolos e garrafas nestes.



Foram seis dias de embate. Todos os confrontos só tiveram fim quando o Presidente da Câmara decidiu acabar com a violência que vinha por parte da polícia. Então, o bar foi reaberto e todos seus antigos frequentadores retornaram. E foi assim que deu-se início a parada LGBTQ+ e o Dia do Orgulho LGBTQ+, que geralmente é comemorado no dia 28 de junho (ou datas próximas) por causa da rebelião de Stonewall.

Muitas pessoas (principalmente aquelas que não fazem parte da comunidade LGBTQ+) acabam olhando a parada como uma festa, mas não entendem que não é só isso. As paradas LGBTQ+ que acontecem todos os anos tem temas muito importantes que são discutidos e protestados. 



No último domingo (18) aconteceu a Parada LGBTQ+ de São Paulo. Seu tema foi “Estado Laico” e seu slogan era “Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei! Todas e todos por um Estado Laico”. 

Segue abaixa uma lista dos temas discutidos nos últimos dez anos nas Paradas LGBTQ+ de São Paulo: 

2007 - "Por um mundo sem racismo, machismo e homofobia"
2008 - "Homofobia mata! Por um Estado laico de fato"
2009 - "Sem homofobia, mais cidadania – Pela isonomia dos direitos!"
2010 - "Vote contra a homofobia: Defenda a cidadania!"
2011 - "Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!"
2012 - "Homofobia tem cura: educação e criminalização."
2013 - "Para o armário nunca mais – União e conscientização na luta contra a homofobia."
2014 - "País vencedor é país sem homolesbostransfobia: chega de mortes! Criminalização já!"
2015 - "Eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim: respeitem-me"
2016 - "Lei de identidade de gênero, já! - Todas as pessoas juntas contra a transfobia!"
2017 - "Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei! Todas e todos por um Estado laico"

Podemos concordar que ainda falta muito o que ser discutido. Os temas são coisas recorrentes, como a homofobia, que ainda é algo presente no dia a dia de muitos membros da comunidade LGBTQ+. 

Do mesmo jeito que acontece aqui, acontece em New York, onde foi o início de tudo. Eu não consegui encontrar na internet a lista com os temas abordados mais recentes da parada de NY, mas fica claro que não é uma festa, e sim uma forma de manifestação.

E assim terminamos o primeiro post de uma sequência de sete da Semana do Orgulho LGBTQ+. Não deixem de conferir! J-J



Por: Thiago Nascimento

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Programa "Igual porém Diferente" #3




Olá ouvintes da Rádio Bagaralho FM (Rádio Bagaralho, a rádio do... povo). Aqui quem fala é o locutor Arthur Claro, aquele que é igual porém diferente. Com o oferecimento da Pastelaria do Chian começa agora o programa Igual porém Diferente.  

Neste programa irei mostrar uma música original e uma versão dela aonde vocês irão se deleitar com canções iguais porém diferentes. Hoje vou mostrar a música Thriller do Michael Jackson e a sua versão indiana. 


Original




Versão Indiana




Queridos ouvintes, quero agradecer a todos e espero que que continuem ouvindo a Rádio Bagaralho. Um bom fim de semana repleto de felicidades. Beijos e abraços. J-J

Por: Arthur Claro

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Quinta de série: New Girl







No Quinta de série de hoje falarei de um sitcom de comédia da Fox que irá para sua sétima e última temporada esse ano: New Girl. Após 11 episódios encomendados inicialmente em setembro de 2011, a Fox pediu mais 13, totalizando 24. NG, portanto, se tornava a primeira série fall season de 2011-2012 a ter uma temporada completa. Atualmente, depois de 6 temporadas, possui 138 capítulos. NG foi criada por Elizabeth Meriwether.

A série conta a história de uma garota chamada Jessica "Jess" Day - interpretada pela querida atriz Zooeh Deschanel - que logo no primeiro episódio sofre uma desilusão amorosa (Quem nunca né?) ao ser traída por seu ex namorado. Ela, que morava com ele, vê-se obrigada a morar em outro lugar. Encontra um quarto de apartamento onde três homens solteirões vivem: Nick, Schmidt e Winston.

Jess contará com a ajuda de logo três homens para superar as decepções da vida. Juntos eles tentarão ajudá-la a aprender sobre o amor, a vida e principalmente sobre si mesma. A garota também será consolada por sua amiga, Cece, que trará equilíbrio, conselhos, dicas e jogo de cintura para ela. 

Tudo funcionaria muito bem se Jess não fosse desequilibrada, trapalhona e impulsiva. A personagem rende boas confusões que envolvem seus colegas de quarto e seus relacionamentos interpessoais. Mas, a cada episódio, Jess consegue aprender e contornar diversas situações. Isso porque sabe lidar da melhor forma com bom humor, cantando e entoando trechos de canções improvisadas.  

Não é só Jessica que passa por esse processo de tornar-se uma "nova garota", mas seus amigos também. Aliás, a "adorável trapalhona" os ensina bastante e os ajuda a viver e superar relacionamentos interpessoais. É aquela coisa né? Eles decidem ajudá-la, mas eles que acabam sendo ajudados, isso porque quem já está no chão e na merda, pode ajudar muito quem acaba de ficar. kkkkk






Essa é mais uma produção que não tem saco de risadas, mas nem por isso deixa de ser engraçada. Jess rouba a cena com seu jeito esquisito de ser. A atriz não precisa de fazer esforço quase nenhum para produzir humor. O papel parece que foi criado justamente pra ela e parece que interpreta a si mesma.

Os colegas de quarto também são muito engraçados, cada um à sua maneira. Há uma harmonia muito forte entre os atores e o sentimento de amizade entre eles fica no ar. Como não rir da relação entre Schmidt e Nick, íntima ao extremo? Ou da amizade entre Winston e seu gato de estimação?

Já a relação entre Jess e Cece é uma coisa gostosa de se ver, sabe? Existe cumplicidade e verdade. As duas estão dispostas a fazer de tudo uma pela outra, e compartilham tudo.

NG traz um humor mais refinado e adultizado, isso porque possui um bom teor sexual e erótico, mas nada que seja escrachado ou que deixe a série pervertida. O sexo é colocado com boas doses de humor e uma sacanagem de leve. Um exemplo disso é quando Schmidt, por ter uma amizade muito forte com Nick, acredita que pode passar a barreira da intimidade e ver o órgão sexual do amigo. Algo que poderia ser absurdo, foi motivo de muitos risos.





(Spoiler de leve a seguir) Um dos maiores acertos da série foi quando Jess se apaixona e mantém um relacionamento com um dos seus colegas de quarto, Nick. Foi aquela típica amizade colorida ou friendzone, saca? (Me identifico muito com isso rsrsrs) Jess e Nick formam um belo casal, congruente e simpático. Shippava muito os dois juntos mas, tudo que é bom dura pouco. Não sei por qual motivo que os roteiristas resolveram separá-los. Contudo, no final da 6ª temporada fui surpreendido de novo. A temporada final será incrível!

Haviam rumores que NG acabaria na 6ª temporada, e realmente a season finale desta funciona bem como um series finale, mas sei que muito pode acontecer na 7ª ainda, e creio que será uma despedida e tanto. Jess Day merece uma conclusão melhor que a da 6ª temporada: aquela menina que superou as decepções amorosas e tornou-se uma nova garota em todos os aspectos.





NG é sobre relacionamentos amorosos, de amizades, sexuais mas, sobretudo, de resignificação de nosso próprio ser.



Personagens



Jessica "Jess" Day: Protagonista da série, Jess é uma jovem garota que é traída pelo ex namorado e terá que superar isso, junto com três colegas de quarto. Apaixonada por música e literatura, Jessica é professora e logo se torna diretora de uma escola.





Nick Miller: Colega de apartamento de Jess, amoroso, sensível e divertido. Nick é um bartender,que logo descobrirá sua real paixão: escritor de romances. Na juventude Nick tinha uma aparência bem ousada: usava rastafari.





Schmidt: Colega de apartamento de Jess. Schmidt é descendente de judeu, advogado e tem uma mente bem pervertida. Logo se apaixona pela amiga de Jess, Cece. 





Winston Bishop: Também colega de apartamento de Jess, Winston é extremamente dramático, apaixonado por gatos e um jogador de basquete fracassado. No decorrer das temporadas torna-se um policial da cidade.





Cece Meyers: Melhor amiga de Jess já de longa data. Cece é alegre, divertida e de bem com a vida. A personagem é uma modelo que na última temporada consegue sua própria agência.



Abertura




Até a quinta ou final da quarta, não sei, a série contava com uma abertura bem divertida, que trazia os personagens principais montando vários cenários e Jess cantando a música Who's that girl?, que fora criada pela própria Zooeh Deschanel. A abertura trazia alegria, frescor e era bem divertida. Confira:





Atualmente a a abertura foi modificada. Agora, só passa a logo da série (Segunda imagem desse post) em um fundo preto e um toque curto da música original. Não sei o motivo de tirarem a original, se é porque Jess está em uma nova fase ou se eles queriam ganhar mais alguns minutos por episódio. Mas não sei se foi uma diferença grande, pois a abertura antiga tinha 20 segundos e agora uns 3 ou 4 segundos.


Então, fica a dica dessa série divertida, leve e não apelativa para quem se interessou. Agora, é aguardar seu desfecho. J-J






Por: Emerson Garcia

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Danilo Gentili aciona Ministério Público e denuncia Maria do Rosário por improbidade administrativa

Um "cheiro" para Maria do Rosário via Correios. | YouTube/ Danilo Gentili


Caros leitores, independente se você gosta ou não do humorista e apresentador Danilo Gentili é importante que qualquer pessoa de bem apoie sua iniciativa porque o que está em questão é a LIBERDADE DE EXPRESSÃO. Por meio de seu advogado, Danilo Gentili acionou o Ministério Público (MP) para que se apure se a deputada Maria do Rosário Nunes (PT-RS) cometeu improbidade administrativa ao usar a máquina da Câmara dos Deputados para censurar as postagens do humorista no Twitter.

Se pegou a história da procuração rasgada para frente é porque você não sabe o que está por trás disso. Então assista este vídeo do vlogueiro Claudio Henrique Ribeiro da Silva que fala da origem de tudo:






Como se vê, Maria do Rosário não tem argumentos para as bobagens que disse e usa a máquina do Estado para perseguir Danilo porque ele flagrou sua incoerência em relação à agenda da deputada em "defender às mulheres".


tweet que desnudou a incoerência de Maria do Rosário. | Twitter



Em nome da liberdade!

Como ficou percebido, Danilo apontou as incoerências de Maria do Rosário ao justificar a cuspida do ex-BBB no congresso e, o mais grave, a cuspida de José de Abreu numa mulher. A parlamentar veio com seu vitimismo barato e usou das ferramentas judiciais do estado brasileiro em calar um humorista. Danilo deu a resposta perfeita ao ato ditatorial partindo para o escracho e ridicularizando os políticos sem ética e não ilibados.






Portanto, o que está em jogo é a liberdade e não se enfiar pedaços de papel na cueca com cheiro suado dos testículos é ofensa a uma mulher (afinal é esse o "sexo dos anjos" e a "cortina de fumaça" que querem que você discuta. Não caia nessa!). Danilo expôs a hipocrisia da esquerda com maestria e a humilhou perante todo mundo dando a sensação de alma lavada.


Presta atenção!

Danilo Gentili foi libertador e magnífico em dar uma ordem explícita a cada brasileiro indignado com a nossa política e todas as corrompidas "INSTITUIÇÕES". Que respeito a Maria do Rosário merece? Que respeito nosso congresso, o judiciário lacaio e todo o estamento burocrático merece? Independente se você goste ou não do Danilo e seu ofício é vital que ele seja defendido nesse aspecto.

Eu, Pedro Blanche, torço para que Maria do Rosário seja condenada por usar a máquina do estado para censurar argumentos incapazes de rebater.

E você leitor, mandaria um "cheiro" para quem?

Até mais, pessoal. J-J





Por: Pedro Blanche
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